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Angelo F. Rodrigues
Cascavel (PR)
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Acadêmico de Direito
Acadêmico de direito, apaixonado pela área, pelo futuro, por desafios e buscando o infinito horizonte da justiça!
Comentários
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Angelo F. Rodrigues
Comentário ·
há 11 anos
Criança de 9 anos é a primeira no Brasil a ser autorizada pela Justiça a mudar de nome e gênero
Jorge Henrique Sousa Frota
·
há 11 anos
Sem entrar no mérito de certo ou errado, bem feito ou não, se o Estado regulamenta, aceita e caracteriza, cabe ao ESTADO prover a aceitação, a educação, a motivação, as necessidades dessa sua nova "personalidade". Pois se o Estado aceita gênero biológico, opção sexual e identidade de gênero (que são 3 coisas diferentes), cabe ao estado prover e suprir as necessidades, outrora quem se responsabilizar-se-a por danos sofridos, sera o próprio Estado. É obrigação do Estado, banheiros regulamentados para suprir a nova demanda, educação básica a respeito da diversidade, leis sobre essa nova "liberdade", obrigações sobre ela e até mesmo o básico de tratamento entre as pessoas. O Estado não pode ser omisso, mas no momento que se coloca em alguma posição, terá que se responsabilizar.
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Angelo F. Rodrigues
Comentário ·
há 11 anos
Assassino do índio Vítor, de 2 anos, explica por que cometeu o crime bárbaro
Pragmatismo Político
·
há 11 anos
Achei a conversa dele muito bem formulada por um advogado. Percebe que toda qualificação ele exalta dizendo que não foi o tal motivo dele ter cometido o crime. Entretanto, "loucura", "liberdade de religião" ele deixa bem claro.
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Angelo F. Rodrigues
Comentário ·
há 11 anos
'Violência é aplaudida em esportes e games', diz ministro da Justiça
Wagner Francesco ⚖
·
há 11 anos
Acho inválido. Pois veja bem, o caminho está lá, cabe a pessoa decidir se vai por ele ou não. Obviamente que a sociedade tem muita influencia (senão, TODA a influencia) sobre as decisões das pessoas. Mas é nítida a ideia de certo e errado. Apesar dos pesares, "bandidinhos" sabem que o que fazem não é certo, apesar de as vezes "necessário" (que coisa estranha escrever isso, ainda mais partindo de mim). Entretanto, os mocinhos, os heróis e os finais aonde o bem supera o mal é muito maior no contexto dos filmes, desenhos, etc. Então em supra, apesar da influencia de alguns filmes e jogos, há algo maior e com um poder de maior decisão na vida dessas pessoas (em sua grande maioria jovens). A ignorância. A falta. Não se tem OPORTUNIDADES de ser o herói, mas é muito mais fácil, seguir os passos da violência.
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Vinícius Guimarães Mendes Pereira
Notícia ·
há 10 anos
TRT4 - Intervalo de 15 minutos antes da hora extra deve ser concedido apenas para mulheres
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Armpit Lover
Comentário ·
há 10 anos
Escolha entre traficante em estado grave e policial levemente ferido é falso dilema, mas de resposta fácil
Justificando
·
há 10 anos
Primeiramente o texto foi tão mal escrito quanto foi formulada a enquete.
Não cabe aqui perguntas como "Como saber se o traficante é realmente traficante ou se o policial não é mais um envolvido na milícia e que lucra com o tráfico de drogas?", pois estaria mudando todo o teor da enquete. É querer ir além da pergunta supondo aquilo que lhe convém e não o que foi exposto.
Se assim o fosse ela deveria ser suposto traficante e suposto policial honesto.
A resposta de boa parte da sociedade é muito simples de ser explicada: quando o Estado não oferece segurança ao indivíduo, quebra-se o pacto social e tem-se em seu lugar a autotutela. Por esta as pessoas deixariam o traficante morrer pois raciocinam que o mesmo em breve vai estar de novo nas ruas lhes causando mal, então preferem que este morra logo do que pagar pra ver.
Os que opinam pelo policial pensam no seu bem-estar social e na defesa de seus direitos dentro de um contexto real onde a impunidade impera. Outra parte não saberia a definição de levemente ferido, pois está vago: seria uma facada no braço sem risco de morte ou um arranhão no rosto?
Se a Justiça e as leis funcionassem como deveriam a enquete não apenas seria inócua como não haveria qualquer polêmica ou debate. A questão exposta para a sociedade não é de teor médico e sim social e assim sendo, quem já está farto de ser vítima de traficantes nunca votará em seu favor qualquer que seja a pergunta.
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John Doe
Comentário ·
há 10 anos
PEC 241: a corda rompendo do lado mais fraco
Wagner Francesco ⚖
·
há 10 anos
1) Pela Lei, todos os gastos terão limite. Entretanto, justamente a educação e a saúde, que você diz ser o foco da lei, tem tratamento diferenciado e o limite só começará em 2018.
2) O propósito da lei não é cortar gastos. Não foram retirados gastos. Foram limitados os aumentos no gastos, que não poderão ultrapassar (em *aumento*) o percentual de inflação do ano anterior.
O propósito disso é manter os gastos nos mesmos patamares atuais, mas melhorar a eficiência. Ou seja, forçar o Estado, no longo prazo, a gastar melhor a verba que tem em mãos. Não é isso que queremos há muito tempo?
3) A dívida interna (da União) passou de 67% do PIB no primeiro trimestre desse ano e as projeções é de chegue a 80% do PIB nos próximos anos, se nada for feito.
Existem países em que a dívida interna é até maior (caso do Japão), mas são economias e até culturas completamente diferentes. Nosso país sucumbirá se a relação dívida/PIB continuar subindo dessa forma.
4) Com a limitação do crescimento nos gastos públicos abre-se a possibilidade de, finalmente, baixar a absurda taxa de juros imposta pelo governo.
E isso colocará as empresas novamente no caminho da produção e investimento, a curto prazo criando empregos e melhorando o comércio, reaquecendo o mercado, formando um ciclo de desenvolvimento que vai acabar, em médio prazo, com a recessão que vivemos.
Ou seja, não se pode fazer esse tipo de análise simplista e distorcida exposta nesse artigo.
Simplesmente ignorar todos os aspectos econômicos da medida (que é uma medida econômica, não política) e seus resultados a curto, médio e longo prazo?
Pior, nem sequer se interessar em saber quais são esses aspectos, e já sair determinando: "Ahhh...Tá vendo? Eles querem acabar com a educação e a saúde. São demônios!"
É preciso maturidade para avaliar e discutir a PEC 241.
Lamento, mas maturidade não se vê nesse artigo.
Abraço, Wagner.
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